A etiqueta QR do equipamento
Cada peça do sistema de detecção e alarme da instalação tem uma etiqueta com um QR Code. Aponte a câmera do celular para ela: a página abre em segundos e diz em que estado o equipamento está, quando foi vistoriado — e permite abrir um chamado de manutenção direto para a empresa responsável, de pé na frente do equipamento, sem telefonema e sem esperar a troca de turno.
O QR Code. É o atalho. Não precisa instalar aplicativo nem criar conta — a câmera nativa do celular já lê.
O endereço no painel (aqui, A12). É o número que a central de alarme usa para nomear este equipamento. Serve para achar a peça e para citá-la num chamado.
O código da etiqueta (aqui, 7KQ2M4XB). Só é preciso se o QR estiver sujo ou riscado: digite p.auditfire.com.br/7KQ2M4XB no navegador.
Como ler a etiqueta
Leva menos de dez segundos e funciona em qualquer celular com câmera.
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Abra a câmera
A câmera padrão do celular basta. Em aparelhos mais antigos, use qualquer leitor de QR Code.
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Enquadre o quadrado
Deixe o QR inteiro na tela, a um palmo de distância. Aparece um aviso com o endereço p.auditfire.com.br.
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Toque no aviso
A página abre no navegador. Nada de login, nada de cadastro. Só quem tem a etiqueta na mão chega até ela.
Etiquetas impressas antes de julho de 2026 abrem p.profemfire.com.br — continua funcionando normalmente, é o mesmo sistema.
O que você vai encontrar lá
Uma página só, com três blocos: o estado do equipamento, a ficha dele e a vistoria.
Primeiro, o estado — em cor, símbolo e palavra
Testado e operando normalmente. Nada a fazer.
Operante, mas com item que exige acompanhamento na próxima vistoria. Se você notar algo diferente do descrito, vale reportar.
Apresentou falha na vistoria e precisa de correção. A empresa já sabe; o chamado serve para informar que a falha persiste ou piorou.
Já está no inventário do prédio e ainda não passou por vistoria técnica.
Abaixo do selo, a página diz desde quando aquele estado vale — por exemplo, “Registrado na vistoria de 23/06/2026.”
Depois, as duas fichas
Linhas que o sistema não tem simplesmente não aparecem — a página nunca inventa um dado. No rodapé ficam o nome da empresa que assinou a vistoria, o e-mail de contato dela e o código desta etiqueta.
Como reportar um problema
O botão fica logo abaixo das fichas. É o mesmo caminho para qualquer estado, inclusive “Regularizado”.
Descreva o que aconteceu, não o que você acha que é. “Não tocou no teste de sábado” vale mais que “sirene com defeito”: a empresa precisa do sintoma, da data e do lugar. O campo aceita até 1000 caracteres e não pode ficar vazio — um chamado sem descrição não diz nada a quem vai atender. O contato é opcional; deixá-lo é o que permite alguém retornar para tirar dúvida.
O que acontece depois de tocar em Enviar
Na hora
A página confirma: “Recebido. A empresa foi notificada e vai avaliar este equipamento.” Guarde o código da etiqueta para acompanhar.
Em segundos
Sai um e-mail para a empresa com o tipo do equipamento, o endereço no painel, sua mensagem e seu contato.
No app da empresa
O chamado entra na lista “Chamados de manutenção” como aberto, e só sai de lá quando um técnico o marca como resolvido.
Se aparecer uma mensagem em vez da confirmação
São três situações previstas. Nenhuma delas exige ligar para alguém às pressas.
“Sem conexão — o chamado NÃO foi enviado.”
O chamado não saiu. Escada e subsolo costumam não ter sinal. Vá até um ponto com internet e toque em enviar de novo; o texto que você escreveu continua na tela.
“Já recebemos vários chamados desta rede na última hora.”
Alguém do turno provavelmente já reportou. Todo mundo ali divide o mesmo wi-fi, e o sistema aceita cinco chamados por hora por rede. Se o seu for outro assunto, use os dados móveis do celular ou tente mais tarde.
“Este equipamento não está mais ativo no inventário.”
A peça foi substituída ou removida e a etiqueta velha ficou na parede. Avise a manutenção para que a etiqueta seja retirada ou substituída — enquanto ela estiver ali, ninguém consegue reportar aquele ponto.
Se o QR não ler de jeito nenhum — etiqueta rasgada, pintada por cima, sob luz forte —, digite o endereço p.auditfire.com.br/ seguido do código de 8 caracteres impresso na etiqueta.
Por que isso facilita a vida de todo mundo
O ganho não é o QR Code. É o chamado já nascer identificado.
Sem tradução pelo caminho
O chamado chega colado ao equipamento exato: tipo, endereço no painel e local. Ninguém precisa explicar “o alarme lá do corredor do terceiro” — nem o técnico precisa procurar a peça quando chega.
Não depende de horário
O chamado sai às 3h da manhã, no meio da ronda, direto do ponto onde está o problema. Não há telefone tocando em vão nem recado que se perde na passagem de turno.
Quem viu é quem reporta
Técnico de manutenção, operador, brigadista, vigilante. Registra na hora, sem depender de lembrar do assunto na volta ao escritório e sem fila de aprovação para um aviso técnico.
O histórico fica na peça
Cada chamado e cada vistoria se acumulam no mesmo equipamento. É o que mostra que uma peça falha sempre — argumento para trocar em vez de consertar de novo, e prova documentada no laudo técnico.
Evidência, não memória
Cada chamado fica gravado com data, equipamento e descrição. Numa auditoria, numa investigação de acidente ou numa perícia, o histórico do equipamento é documento — não lembrança de quem estava de plantão.
A vistoria chega sabendo
Os chamados abertos entre uma preventiva e outra viram roteiro da próxima visita: o técnico já sobe com a lista do que o prédio relatou.